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Metabeng

Metabolismo energético

QuestionAnswer
É o ponto de partida para o funcionamento da máquina celular. Ela é armazenada na matéria orgânica e transferida, posteriormente, para a célula pelo processo de respiração celular. Energia
Foram descobertas no século XIX e constituem os órgãos citoplasmáticos de produção de energia. Mitocôndrias
As mitocôndrias estão presentes basicamente em todas as células eucariontes e sua quantidade varia de acordo com o tipo de célula
A mitocôndria é formada por duas membranas lipoproteicas, semelhantes a membrana plasmática, sendo que a membrana externa é lisa e a interna apresenta dobras, constituindo as chamadas (são projetadas para o interior da organela) Cristas mitocondriais
O interior da mitocôndria é preenchido por um coloide, que apresenta DNA, RNA, enzimas e ribossomos, formando a matriz mitocondrial
É o ponto de partida para o funcionamento da máquina celular. Ela é armazenada na matéria orgânica e transferida, posteriormente, para a célula pelo processo de respiração celular. Energia
Foram descobertas no século XIX e constituem os órgãos citoplasmáticos de produção de energia. Mitocôndrias
As mitocôndrias estão presentes basicamente em todas as células eucariontes e sua quantidade varia de acordo com o tipo de célula
A mitocôndria é formada por duas membranas lipoproteicas, semelhantes a membrana plasmática, sendo que a membrana externa é lisa e a interna apresenta dobras, constituindo as chamadas (são projetadas para o interior da organela) Cristas mitocondriais
O interior da mitocôndria é preenchido por um coloide, que apresenta DNA, RNA, enzimas e ribossomos, formando a matriz mitocondrial
No interior da mitocôndria ocorre o processo de produção de energia, denominado de respiração celular
A teoria mais aceita em relação à origem das mitocôndrias é de que elas são descendentes de seres procariontes primitivos que foram englobados por células eucariontes primitivas e passaram a conviver simbioticamente
Segundo essa teoria as células obtiveram a capacidade de respiração aeróbia. Sua maior eficiência na produção de energia na atmosfera com oxigênio que se formava determinou seu sucesso evolutivo em relação às células anaeróbicas. Teoria endossimbiótica
Essa teoria é fortalecida pela evidência do material genético e ribossomos serem mais semelhantes a bactérias do que a células eucariontes. Teoria endossimbiótica
As mitocôndrias são capazes de autoduplicação e as que estão presentes nas células são sempre originadas das células – ovo, pois as mitocôndrias dos espermatozoides não penetram no óvulo durante a fecundação. Logo, todas as nossas mitocôndrias têm origem materna
Se lembrarmos da hipótese heterotrófica, vamos observar que essa forma de nutrição é considerada a mais antiga. Respiração anaeróbica ou fermentação
Na hipótese heterotrófica, as células englobavam as partículas que o meio oferecia e as degradavam em condições anaeróbias, porque a atmosfera não possuía (só iria ocorrer a partir do aparecimento do processo fotossintético) oxigênio
A fermentação ou respiração anaeróbia é um processo simples de degradação, com a finalidade de produzir energia
A célula utilizará duas moléculas de ATP para ativar a glicose, transformando-a em... (uma molécula contendo seis carbonos e dois fosfatos.) frutose 1,6 difosfato
A frutose 1,6 difosfato será quebrada em duas moléculas de... (cada um com três carbonos e um fosfato). gliceraldeído 3- fosfato
A produção do gliceraldeído 3- fosfato permite que um fosfato inorgânico seja incorporado a cada gliceraldeído, formando o ...(uma molécula com três carbonos e dois fosfatos) gliceraldeído 1,3 fosfato
Cada molécula de gliceraldeído 1,3 fosfato possui dois fosfatos energéticos. Obteremos quatro fosfatos que serão transferidos para quatro moléculas de ADP, transformando-as em 4 moléculas de ATP. Assim, teremos um saldo de Como o processo inicial utilizou duas moléculas, teremos um saldo de duas moléculas de ATP.
Ao final de uma série de reações, o gliceraldeído se transformará em ácido pirúvico (ou piruvato, seu ânion correspondente). Esse procedimento é denominado de glicólise
A partir da produção de ácido pirúvico teremos três caminhos, o que irá determinar o tipo de fermentação. O ácido pirúvico poderá dar origem ao ácido láctico, álcool etílico ou ácido acético
O ácido láctico caracterizará a fermentação láctica
O álcool etílico caracterizará a fermentação alcoólica
O ácido acético caracterizará a fermentação acética
fermentam açúcares produzindo gás carbônico e álcool etílico, utilizados na fabricação de bebidas, pães, massas etc. Algumas leveduras e bactérias
fermentam a lactose, o açúcar presente no leite, produzindo ácido láctico, utilizado na fabricação de queijos e iogurtes. lactobacilos
Um grupo bacteriano denominado genericamente de acetobactérias fermentam o suco de frutas como, por exemplo, a uva, produzindo o ...(É nomeada fermentação acética, pois produz o ácido acético.) vinagre
Algumas células eucariotas também fazem, em situações especiais, respiração anaeróbia, como as células musculares estriadas esqueléticas
Devido a uma atividade física intensa, com baixa presença de oxigênio, as células musculares estriadas esqueléticas realizam Fermentação láctica
Independente do tipo de fermentação, todas têm o início de maneira idêntica, formando ácido pirúvico
O processo aeróbio é muito mais eficiente do que o anaeróbio, pois é capaz de produzir, a partir da mesma molécula de glicose, 38 moléculas de ATP
O processo aeróbio um processo muito mais complexo envolvendo, além da glicólise, outros dois mecanismos, denominados de ciclo de Krebs e de cadeia respiratória.
A glicólise é idêntica ao processo anaeróbio e acontece no citoplasma celular
Na glicólise ocorre a produção de duas moléculas de ácido pirúvico
Durante a glicólise são liberados quatro hidrogênios, que irão se combinar com uma molécula denominada de NAD (nicotinamida – adenina – dinu-cleotídeo)
O NAD recebe dois hidrogênios, passando à condição de NADH2, além de produzir... (pela energia liberada no processo) 2 ATPs
produz 4 ATPs, consome 2 e, portanto, tem como saldo 2 ATPs. glicólise
penetra no interior da mitocôndria, reagindo com um fator denominado de coenzima A ou simplesmente CoA, originando três produtos: acetilcoenzima A, gás carbônico e hidrogênios. ácido pirúvico
é liberado e os hidrogênios são combinados com o NAD, formando NADH2. gás carbônico
irá se combinar com uma molécula de ácido oxalacético, resultando em ácido cítrico e coenzima A. A molécula de acetil-CoA
O ciclo de Krebs ocorre na matriz mitocondrial
Durante o ciclo de Krebs ou ciclo do ácido cítrico, cada ácido cítrico será decomposto em vários produtos, liberando CO2 e hidrogênios, que serão capturados por aceptores denominados de... NAD e FAD (flavina – adenina – dinucleotídeo)
O CO2 e os hidrogênios serão capturados pelos aceptores denominados de NAD e FAD (flavina – adenina – di-nucleotídeo), que irão conduzi-los para a cadeia respiratória, formando novamente o ácido oxalacético
Durante o processo de glicólise ocorreu a produção de duas moléculas de ácido pirúvico. Logo, teremos duas voltas no ciclo de Krebs
A CoA serve para introduzir o radical acetil e, ao final do processo, ela permanece intacta, assim como o ácido oxalacético
Durante o ciclo de Krebs acontece uma pequena liberação de energia, porém com força suficiente para produzir uma molécula de ATP. Como existem dois ciclos, teremos a produção de duas moléculas de ATP.
Os hidrogênios liberados durante o processo de glicólise e o ciclo de Krebs serão encaminhados para a cadeia respiratória
O ponto máximo da produção de energia do processo aeróbio acontece nas cristas mitocondriais
Cadeia respiratória é uma etapa da respiração celular que ocorre nas cristas mitocondriais
liberam os hidrogênios para uma série de moléculas intermediárias encontradas na membrana interna da mitocôndria (cristas). NAD e FAD
NAD e FAD liberam os hidrogênios para uma série de moléculas intermediárias encontradas nas cristas mitocondriais. Essas moléculas são: coenzimas (flavina mononucleotídeo ou FMN e coenzima Q), proteínas (citocromos) e proteínas com átomos de ferro e enxofre
Ao percorrer a CADEIA TRANSPORTADORA, os elétrons liberam energia suficiente para incorporar um terceiro fosfato ao ADP, formando moléculas de ATP
Na CADEIA TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS, o que é transportado por meio dessas moléculas é o elétron do hidrogênio e não o hidrogênio todo. Os prótons (íons H+) ficam dissolvidos na solução (matriz)
Na CADEIA TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS, as moléculas transportadoras se oxidam e se reduzem com a saída e entrada de elétrons ao longo da cadeia
O último aceptor de elétrons da cadeia, e quando incorporado aos íons H+, formará água. oxigênio
Existe uma necessidade do fornecimento contínuo de oxigênio à célula, pois, caso contrário, o último transportador ficará reduzido, interrompendo o processo.
A cadeia respiratória é denominada de fosforilação oxidativa, pois a incorporação do fósforo (fosforilação) ocorre devido aos processos de oxidação
A cadeia respiratória produz, por meio do processo de oxidação 34 moléculas de ATP
Se somarmos os ATPs produzidos pela glicólise, o ciclo de Krebs, e a cadeia respiratória, teremos um saldo de 38 moléculas de ATP
hipótese segundo a qual a cadeia respiratória está acoplada ao complexo ATP-sintase, que extrai energia química dos íons H+ para sintetizar o ATP. hipótese quimiosmótica
determinadas situações podem conduzir uma célula aeróbia a fazer fermentação
Nas nossas células musculares estriadas, durante um esforço muscular intenso pode ocorrer falta de oxigênio, o que provoca a interrupção do processo aeróbico
Com a interrupção do processo aeróbico, a célula passa a fazer fermentação em que o hidrogênio, ao invés de passar para a cadeia respiratória, é devolvido ao ácido pirúvico, que passa à condição de ácido láctico
É o acúmulo de ácido láctico nos músculos que os deixam doloridos, pois o ácido é um pouco tóxico para as nossas células. Esse processo é revertido logo que cessa a atividade e ocorre a oxigenação
Os vegetais possuem estruturas exclusivas que permitem não só a produção de matéria orgânica, como também o seu armazenamento
Eles são orgânulos citoplasmáticos exclusivamente vegetais, que podem variar em tamanho e quantidade, dependendo do tipo de célula. Plastos
Os plastos são classificados em cromoplastos e leucoplastos
Os cromoplastos apresentam pigmentos no seu interior, sendo o principal a clorofila
O leucoplasto é o plasto branco que não possui pigmento, sendo um plasto de armazenamento, com o amiloplasto, que armazena amido
Independente do tipo, eles têm origem em estruturas denominadas de proplastos, que são estruturas em forma de bolsa esférica, com duas membranas delimitantes, DNA, ribossomos, enzimas e proteínas próprias. Plastos
A diferenciação em cromo e leuco será determinada pela presença ou ausência de luz sobre a estrutura possuidora do plasto. Desse modo, as áreas que recebem a influência luminosa desenvolverão cromoplastos e as áreas não-iluminadas, os leucoplastos
São os cromoplastos verdes, responsáveis pelo processo de fotossíntese
O cloroplasto é uma organela discoide com duas membranas, sendo que a interna forma plataformas (lamelas), de onde se originam pequenas vesículas, os tilacoides, que irão se organizar em forma de coluna, chamada de granum
No interior dos tilacoides, encontraremos moléculas de clorofila organizadas nas membranas, a fim de captarem a luz
O interior do cloroplasto é preenchido por um coloide denominado de estroma
é o processo que permite aos seres autótrofos fabricarem o seu alimento a partir da matéria inorgânica. Para que eles possam fazer isso, a maioria utiliza a luz como fonte de energia. fotossíntese
Se pensarmos em termos de cadeia trófica (alimentar) veremos que ela é a principal fonte de alimento do planeta, seja de maneira direta ou indireta, visto que os seres heterótrofos alimentam-se de produtos fabricados pelos autótrofos. a fotossíntese
Além da produção da matéria orgânica, a fotossíntese é a responsável pela liberação de oxigênio para a atmosfera, que é utilizado na respiração aeróbica
6CO2 + 12H2O ---LUZ + CLOROFILA---> C6H12O6 + 6O2 + 6H2O
O processo fotossintético é dividido em duas etapas: as chamadas reações de claro e as reações de escuro
as reações de escuro não ocorrem necessariamente na ausência dela, mas também não dependem dela para ocorrer. luz
O conjunto de clorofila, aceptores de elétrons, enzimas e pigmentos acessórios são denominados de fotossistemas
Os fotossistemas são classificados de acordo com a capacidade de absorção luminosa
O fotossistema I (PS I) absorve luz com comprimento de onda na faixa de 700 nm
o fotossistema II (PS II)o comprimento de onda é na faixa de 680 nm
O sistema PS I também é denominado de P700
O sistema PS II também é denominado de P680
é mais primitivo e apresenta, principalmente, clorofila a fotossistema I
apresenta clorofila a e mais clorofila b e xantofilas que PSI fotossistema II
A luz branca é a fusão do espectro luminoso que varia de ±400 a ±700 nm
as reações denominadas de reações de claro, consistem nos mecanismos de fotofosforilação cíclica e acíclica e fotólise da água.
Na respiração, o processo de fosforilação é feito por meio de reações enzimáticas. Nesse caso a incorporação terá o auxílio da luz, ou seja, a fonte de energia para que o processo aconteça será a luz. Fase clara
é a incorporação do radical de fósforo inorgânico em uma molécula fosforilação
Na fotofosforilação cíclica, o fotossistema participante será o PS I
Na fotofosforilação acíclica, o fotossistema participante será o PS I e II
Quando o sistema PS I é atingido pela luz, seus elétrons ficam excitados, devido à energia absorvida e saltam para fora da clorofila
Na Fotofosforilação cíclica, os elétrons são capturados por aceptores de elétrons, preferencialmente pela ferridoxina, que os transfere para outros aceptores, denominados genericamente de citocromos
Na Fotofosforilação cíclica, os elétrons perdem energia, que é utilizada para a incorporação do fósforo em moléculas de ADP, formando ATP. No final do trajeto, os elétrons já não possuem a energia inicial, retornando ao PS I
O processo da fase cíclica é menos expressivo do que o da fase acíclica
A fotofosforilação acíclica começa no sistema PS I
Na fotofosforilação acíclica, Os elétrons recolhidos pela ferridoxina serão transferidos para um aceptor de elétrons, denominado de NADP(nicotinamida – adenina – dinucleotídeo fosfato)
Na ausência dele, a ferridoxina transfere os elétrons para os citocromos, fechando o ciclo (fosforilação cíclica). NADP
No caso dele estar presente, ele fica temporariamente reduzido e o fotossistema I, oxidado, prosseguindo a via acíclica. NADP
A clorofila do fotossistema II emite elétrons que estão excitados pela luz, sendo capturados pelo aceptor denominado de plastoquinona, que os transfere para um conjunto de aceptores que os transportarão até o fotossistema I
Na Fotofosforilação acíclica, a energia dos elétrons é liberada e utilizada para a incorporação de fósforo nos ADPs, montando ATPs
Na Fotofosforilação acíclica, como os elétrons são transferidos para o fotossistema I, ele volta à normalidade, visto que estava oxidado. Porém, o fotossistema II fica sem os elétrons. Esse procedimento provoca a oxidação da água (fotólise da água)
Na Fotofosforilação acíclica, os prótons, provenientes do hidrogênio da água, são encaminhados para o NADP, que estava reduzido (lembre-se de que ele tinha ganho elétrons do fotossistema I), passando à condição de NADPH2
Na fotólise da água, observe que o oxigênio liberado no processo fotossintético é proveniente da água e na realidade é um subproduto do processo, visto que a finalidade da fotólise da água é fornecer elétrons para o fotossistema II e íons H+ para o NADP
De uma maneira resumida, podemos dizer que a finalidade da fase luminosa ou fotoquímica é produzir ATP e NADPH2, possuindo como resíduo o O2
Não podemos confundir o NAD do processo respiratório com o NADP do processo fotossintético. Ambos são aceptores de hidrogênio, porém um carrega fósforo e o outro não
Produzidos os compostos energéticos (ATP e NADPH2), que ocorreu nas membranas internas do cloroplasto, passamos à fase denominada de ... (onde ocorrerá a síntese de matéria orgânica, fundamentalmente glicose) Fase escura
consiste numa série de reações químicas em sequência que possibilitam a produção de carboidratos a partir do dióxido de carbono, que se dá no estroma dos cloroplastos ou no citosol das bactérias fotossintetizantes. ciclo das pentoses ou ciclo de Calvin-Benson
Esse conjunto de reações ocorre na fase escura da fotossíntese. ciclo das pentoses ou ciclo de Calvin-Benson
Na fase escura, o CO2 proveniente do ar atmosférico irá reagir com moléculas de ribulose 1,5 difosfato (RDP)
Na fase escura, seis moléculas de gás carbônico reagem com 6 moléculas de ribulose, produzindo 12 moléculas de ácido fosfoglicérico
Na fase escura, após a formação da glicose, ela será utilizada em vários mecanismos metabólicos: para a respiração celular, para formação de outras moléculas orgânicas (aminoácidos, gorduras etc.) ou armazenada sob a forma de amido
A velocidade que ocorre a fotossíntese é influenciada por vários fatores, como a intensidade luminosa, concentração de gás carbônico e a temperatura
A produção e o consumo de oxigênio são iguais. Consequentemente, a liberação e absorção de CO2 também. Isso significa que a velocidade da fotossíntese é igual à velocidade da respiração. ponto de compensação luminosa, ou PC
A partir do PC a liberação de oxigênio é sempre maior do que o consumo. A liberação vai aumentando até atingirmos o ponto 3, denominado de ponto de saturação luminosa ou PS
No ponto de saturação luminosa, por diversos fatores, inclusive enzimáticos, a atividade ficará estabilizada mesmo com um aumento gradativo da luminosidade
À medida que se aumenta a sua concentração, aumenta-se também a velocidade de fotossíntese até que essa velocidade seja estabilizada por outros fatores limitantes, como por exemplo, a quantidade de enzimas disponíveis. Concentração de CO2
Alguns autores consideram que a partir de concentrações muito altas de CO2, o vegetal poderia sofrer asfixia, pois a concentração seria tão alta que ele não conseguiria absorver oxigênio
A temperatura é um fator ambiental que influencia a velocidade de fotossíntese, sendo que a taxa de fotossíntese aumenta com a temperatura. No entanto, a partir de uma determinada temperatura, as enzimas sofrerão desnaturação, o que provocará a parada do processo
Convém lembrar que o fator determinante para a fotossíntese é a luz, visto que o processo depende dos produtos energéticos (ATP e NADP) para que ocorra a síntese da matéria orgânica
A clorofila é encontrada basicamente em três formas: a,b e c
é verde-azulada e é encontrada em todos os seres eucariontes fotossintetizantes e nas cianobactérias. clorofila a
é encontrada em plantas, algas verdes e euglenas, mas não se relaciona à produção energética diretamente, atuando como pigmento acessório para aumentar a faixa de absorção luminosa clorofila b
está presente nas algas pardas e nas diatomáceas em substituição à clorofila b. clorofila c
Existem outros processos de síntese que apresentam diferenças em relação à fotossíntese dos vegetais. É feito por bactérias que utilizam o gás sulfídrico(H2S) como fonte de hidrogênio, ao invés da água
Existem processos de síntese que apresentam diferenças em relação à fotossíntese dos vegetais. Um processo foi descoberto em bactérias que habitam o mar (halobactérias). Essas não possuem clorofila, mas um pigmento denominado de retinal
bactérias que utilizam o gás sulfídrico(H2S) são denominadas de sulfo-bactérias e possuem o pigmento bacterio-clorofila
Existem bactérias que obtêm a energia para a síntese a partir de reações químicas. Esse processo é chamado quimiossíntese
Created by: Rafael2060
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